Cidade do Cabo/África do Sul: Roteiro de 4 dias. O que fazer?

Onde ficar?

Após uma longa procura achamos uma oferta muito boa no AirBnb. Ótimo apartamento de 2 quartos, com estacionamento e uma linda vista da Table Mountain. Único porem e que não tinha air condicionado, caso isso seja algum problema para você.

Caso ainda esteja procurando por hospedagem para sua viagem, separamos alguns hotéis com ótimas avaliações para você conferir no Booking.com: 3* 117 on Strand / 4* President Hotel / 5* The Glen Boutique Hotel & Spa / Outras Opções.

Dicas da Cidade do Cabo

  • Já comprou sua passagem? Se não, confira os preços através do JetRadar, que pesquisa o melhor preço em dezenas de sites.
  • Nossa viagem foi feita com nosso filho de 4 anos e a maioria do roteiro foi baseado nele, mas caso não seja seu caso, existem várias outras opções interessantes em Cidade do Cabo, como por exemplo a Robben Island, a trilha para o Lion´s Head, o MOCAA, o District Six Museum, entre outros.
  • Evite ao máximo pegar táxi. Sempre que possível use o Uber. No único dia que não conseguimos conectar para chamar o Uber pagamos um valor absurdamente superior ao usar o táxi.
  • Em relação a Table Mountain, pesquise bastante o tempo dia a dia e vá no que estiver melhor, pois dependendo do clima, fica impossível de ver qualquer coisa lá de cima devido a “table clooth”. Muitas vezes fica até fechada.
  • Como sempre sugerimos no blog, nunca deixe para comprar ingressos no momento, evitando assim filas e perda de tempo. O blog, em parceria com a empresa Get Your Guide, disponibiliza a opção de compra antecipada de vários ingressos e excursões. Confira alguns exemplos: Balsa Ilha Robben e Tour na Prisão / Safári na Reserva de Inverdoorn / Safári na Reserva Particular Aquila.

Roteiro da Viagem

O que fazer na Cidade do Cabo?

  • Dia 1 (Café no Truth Coffee – Two Oceans Aquarium – Victoria & Alfred Waterfront – The Cape Wheel – Jantar no Ginja e V&A Food Market)
  • Dia 2 (Café no Truth Coffee – Table Mountain – Almoço no Codfather Seafood & Sushi – Camps Bay – Victoria & Alfred Waterfront – Jantar no Vovo Telo)
  • Dia 3 (Café no Truth Coffee – Long St. – Greenmarket Square – Bo kaap – Almoço no Moyo – Kirstenbosch Botanical Garden – Old Biscuit Mill)
  • Dia 4 (Café no Truth Coffee – Chapman’s Peak Drive – Boulders Beach – Cape of Good Hope – Almoço no Fran’s Place/I Love Waffle – Muizenberg Beach – Jantar Pizza Hut)

Cidade do Cabo (2020)

Dia 1 – Café no Truth Coffee – Two Oceans Aquarium – Victoria & Alfred Waterfront – The Cape Wheel – Jantar no Ginja e V&A Food Market

Acordamos bem tarde devido ao cansaço da viagem e fomos direto para o café-da-manhã (já era quase hora do almoço) no famoso Truth Coffee (truthcoffee.capetown), a dois quarteirões do AirBnb. Escolhido algumas vezes como o melhor café do mundo, o Truth Coffee é tão bom que voltamos todos os dias da nossa estadia em Cidade do Cabo. O lugar em si já é bem legal pois o ambiente e bem descontraído, com um estilo steampunk.

Nesse primeiro dia pedimos os Ovos Benedict com bacon, tomate confitado e molho hollandaise (R110) e a French Toast com compota de blueberry, que aqui foi feito com croissant (R80). Tudo sensacional, e ainda servem o melhor suco de laranja que tomamos na África. Também servem dezenas de tipos de café; tomamos vários durante nossa estádia e todos estavam muito bom.

Apesar de alugar carro para nossa estadia, nesse primeiro dia pegamos o Uber para o Victoria & Alfred Waterfront, pois não sabíamos como seria a questão de estacionamento. Nossa primeira parada foi o Two Oceans Aquarium. Não foi um dos maiores e melhores que já estivemos, mas para a criançada com certeza é uma ótima opção. O aquário conta com uma imensa variedade de peixes e outros animais, que incluem pinguins, arraias, animais de águas profundas e geladas, águas-vivas, cavalos-marinhos, entre outros. Entretanto, com certeza os mais interessantes são o aquário de “Nemos” e o tanque dos predadores, com vários tubarões, alguns imensos. A criançada com certeza vai amar: Two Oceans Aquarium: Ingresso Sem Fila.

Enzo também amou as interações com alguns animais, como na “piscina do toque”, onde as crianças podem tocar em estrelas-do-mar, ouriços e outros pequenos animais. Você também pode ver os treinadores alimentando alguns dos animais, como por exemplo as arraias e tartarugas (Diariamente as 12:00 e 14:00), os pinguins (Diariamente as 11:30 e 14:30) e os tubarões (Domingo as 15:00). O aquário conta também com um espaço kids com vários brinquedos e algumas atividades para as crianças, além de alguns cafés (dentro e fora do aquário) e um restaurante bem na entrada.

Após passear um pouco pelos shoppings e lojas do Victoria & Alfred Waterfront, como por exemplo o The Watershed, The Alfred Mall and the V&A Waterfront Shopping Mall (se estiver com criança não deixe de ir na famosa loja britânica de brinquedos Hamleys), ver um tanto de apresentações de rua, andar de trenzinho pelo Waterfront, tirar foto no famoso porta-retrato com a Table Mountain ao fundo, fomos dar uma volta na The Cape Wheel.

The Cape Wheel oferece aos visitantes uma visão panorâmica de 360 graus. A mais de 40 metros de altura você consegue ver alguns dos principais pontos turísticos de Cape Town, como por exemplo a Table Mountain, a Robben Island, the Cape Town Stadium entre outros. As cabines tem ar-condicionado e duas das 30 cabines são adaptadas para cadeiras de rodas. Divertido para quem está com crianças, bem dispensável se for só para adultos: Cape Wheel: Ingresso sem Fila.

Jantamos no Victoria & Alfred Waterfront mesmo, no restaurante Ginja. Excelente restaurante e comida deliciosa. Pedimos o Macarrão com Tomate Confitado (R98), que estava delicioso, o Calamari (R175) e o Filé de Merluza (R180). Ambos deliciosos também.

Deixamos a sobremesa para o V&A Food Market. O Unframed Ice Cream (lifeunframed) não poderia ficar de fora (foi escolhido pelo site Big7 como o melhor sorvete do mundo em 2019). Muito bom, mas não sei se o melhor do mundo. Uma bola do Dirty Sea Salt Caramel e outra de chocolate saíram por R66.

Dia 2 – Café no Truth Coffee – Table Mountain – Almoço no Codfather Seafood & Sushi – Camps Bay – Victoria & Alfred Waterfront – Jantar no Vovo Telo

Começamos nosso dia novamente no Truth Coffee. Dessa vez pedimos os Ovos Benedict, só que com salmão defumado no lugar do bacon (R110) e o Croq Monsieur com muito queijo e molho bechamel, e ainda adicionamos abacate (R165). Ambos deliciosos como no dia anterior. Um cafe-da-manhã aqui é imperdível.

Nossa primeira atração do dia seria a famosa e talvez mais visitada atração da Cidade do Cabo; a Table Mountain. Sem dúvida um dos símbolos da cidade e escolhido como Patrimônio Mundial da Unesco, além de também ser escolhida uma das sete novas maravilhas do mundo natural. A Table Mountain é uma parada (apesar da fila, mesmo comprando antecipado) obrigatória.

Você tem duas opções de subir a Table Mountain. A primeira é subir pela trilha, que dizem demorar em torno de 2-3 horas. A segunda opção é subir através do famoso bondinho, que carrega 65 pessoas de cada vez. O interessante e que durante o percurso de subida/descida, o bondinho faz um giro de 360 graus, que permite que todos tenham as mesmas visões durante a subida e a descida.

Ao chegar ao topo, existe uma trilha a seguir, que te leva ao redor através de um roteiro pre-estabelecido. Prepare sua câmera, pois a vista aqui é uma das mais bonitas do mundo. Durante esse roteiro existem dezenas de lindos mirantes, que evidentemente são todos disputados por dezenas de turistas tentando a melhor foto possível. A estrutura lá em cima conta com uma lanchonete, uma loja de souvenir e banheiros. Existem também caminhadas guiadas; confira no site.

Lembre-se que durante ventanias fortes e dias nublados o bondinho e a Table Mountain ficam fechados, ou seja, acompanhe a previsão do tempo de perto e assim que der para subir, vá.

Descemos da Table Mountain na hora do almoço e fomos em direção a Camps Bay.  Almoçamos no Codfather Seafood & Sushi, a um quarteirão da praia. Restaurante delicioso, o melhor que fomos na Cidade do Cabo. Funciona como um mercado de peixe; você escolhe o peixe e o restaurante pesa e cozinha lá na hora. Cada peixe tem seu valor por quilo. Não deixe que o pessoal do restaurante pegue pra você, vá você mesmo e escolha o seu, pois o “especial” para dois era pra quatro; tivemos que cancelar e ir lá escolhermos nós mesmos. Comemos muito bem e o preço nosso foi 1/3 do que o “especial” seria. Enquanto os peixes estavam deliciosos os sushis estavam OK, nada demais.

Saímos do restaurante e fomos andar por Camps Bay. Considerada uma das praias mais bonitas do mundo, Camps Bay é realmente maravilhosa; pena que o tempo não permitia aproveitar a praia. Andamos pelo calçadão por um bom tempo, paramos no parquinho para o Enzo brincar um pouco e seguimos para o Victoria & Alfred Waterfront.

Depois de aproveitar o Victoria & Alfred Waterfront por mais um tempo jantamos no Vovo Telo. Nada demais. Com o V&A Food Market bem ali na nossa frente não tinha motivo algum para ir aqui. Ainda mais agente que adora ir a mercados em todas as cidades que vamos ao redor do mundo.

Dia 3 – Café no Truth Coffee – Long St. – Greenmarket Square – Bo-kaap – Almoço no Moyo – Kirstenbosch Botanical Garden – Old Biscuit Mill

Acordamos e novamente fomos para o Truth Coffee. Assim como no primeiro dia, pedimos os Ovos Benedict com bacon, tomate confitado e molho hollandaise (R110) e a French Toast com compota de blueberry, que aqui foi feito com croissant (R80). Tudo delicioso.

Passamos a parte da manhã andando pelo centro da Cidade do Cabo. Começamos nossa andança pela Long St. Talvez a rua mais famosa da Cidade do Cabo, a Long St. é uma mistura super descolada de cafés, restaurantes, lojas, mercados de artesanato locais, entre outros.

Com sua arquitetura vitoriana (pelo menos em grande parte), Long St. tem uma atmosfera super descontraída, principalmente a noite, onde moradores locais e turistas se encontram em restaurantes, bares e baladas.

Não deixe de passar no Greenmarket Square, ao lado da Long St. Essa feira de artesanato, situada em uma praça no centro da Cidade do Cabo é provavelmente o mercado mais famoso da cidade (e bem mais barato do que aqueles que você encontrará no Victoria & Alfred Waterfront). Aliás aqui é um ótimo lugar para comprar lembranças para trazer ao Brasil; só tenha a paciência de pechinchar muito, pois geralmente você consegue baixar muito o preço inicialmente pedido. Sem contar que muitas barracas e lojinhas da região vendem exatamente a mesma coisa, então procure e pechinche até achar a melhor oferta do que procura. Muitos lugares não aceitam cartão, então leve dinheiro, até porque é melhor para negociar.

Continuamos a andar pelo centro até chegar a Bo-kaap, localizada aos pés do Signal Hill. Um dos bairros mais antigos da Cidade do Cabo, aqui você encontrará aquelas casinhas coloridas que tanto aparecem nos cartões postais. Essas casinhas coloridas começaram a ser pintadas depois do fim do período do Apartheid, como uma forma de celebrar a diversidade racial.

Fizemos uma visita rápida, mas caso se interesse, você pode visitar o Museu de Bo-Kaap e conhecer um pouco mais desse histórico bairro da Cidade do Cabo. Resumindo, Bo-Kaap foi habitado inicialmente por escravos de várias partes da África trazidos pelo holandeses. Ao longo das décadas, Bo-Kaap recebeu uma grande parte dos muçulmanos que chegaram a Cidade do Cabo, fazendo do bairro um mistura incrível de culturas.

Voltamos para casa e pegamos o carro em direção ao Kirstenbosch Botanical Garden. Antes de conhecer o Jardim Botânico, almoçamos lá dentro mesmo, no restaurante Moyo (moyo_kirstenbosch). Apesar de falar ser um restaurante típico de comida africana, o que se vê é uma mistura de pratos de vários lugares do mundo, de pratos realmente tradicionais africanos até nachos mexicanos e o famoso Fish and Chips britânico.

De entrada pedimos o nada tradicional Mama´s Spice Tomato Nachos com Harissa Chicken (R128), que vinha com muito queijo. Bem gostoso, apesar de bem apimentado. De principais fomos com o Fish and Chips (R105), que estava bem gostoso e o Tagine de Abobrinha e Cogumelos (R99), que apesar de extremamente apimentado estava bem gostoso. De acompanhamento você pode escolher arroz ou cuscuz. O restaurante também oferece opções de cestas de piqueniques prontas; confira no site. Parece bem interessante.

Fundado em 1913 o Jardim Botânico Kirstenbosch é considerado um dos mais bonitos do mundo, além de ser o primeiro do mundo a ser declarado Patrimônio Mundial da Unesco, em 2004. Localizado em uma área de trinta e seis hectares, Kirstenbosch contem mais de sete mil variedades de plantas, sendo que tudo é extremamente bem cuidado.

Dividido em vários jardins, a grande atração de Kirstenbosch é o Centenary Tree Canopy Walkway, uma passarela de aproximadamente 130 metros e 12 de altura na qual você parece andar sobre as árvores. Bem legal. Sem contar a bela vista da Table Mountain. Outra atração bem legal são os bonsais na entrada. Gigantes e super bem cuidados.

Alem do restaurante Moyo, Kirstenbosch oferece uma lojinha de souvenir (extremamente cara), um café e um restaurante próximo à entrada, que serve lanches, saladas e refeições completas. Visitas guiadas ocorrem entre segunda a sexta-feita entre 8:00 e 15:30. Confira no site por informações. Existem também uma variedade imensa de eventos em Kirstenbosch, sendo os mais famosos o Cinema ao Ar Livre e os Shows de Verão. Confira no site também por eventos durante sua visita.

Saímos do Kirstenbosch Botanical Garden e fomos para o Old Biscuit Mill, um mercado super descontraído no bairro de Woodstock e onde se encontra alguns dos melhores restaurantes do país, especialmente o Test Kitchen, do chef Luke Dale-Roberts e que está entre os 50 melhores restaurantes do mundo. The Old Biscuit Mill também abriga várias galerias e lojas de artesanato.

O detalhe é que as lojas fecham cedo (16:00 de Segunda a Sexta e 14:00 no Sábado). Aliás, se puder, sábado é o dia perfeito para ir ao Old Biscuit Mill, pois é o dia que ocorre a tão famosa feirinha do mercado. Infelizmente não conseguimos ir, aliás quando chegamos já era quase 16:00 e não deu para aproveitar quase nada; uma pena, pois parece uma atração super interessante, principalmente para nós, que gostamos muito desse tipo de mercado.

Dia 4 – Café no Truth Coffee – Chapman’s Peak Drive – Boulders Beach – Cape of Good Hope – Almoço no Fran’s Place/I Love Waffle – Muizenberg Beach – Jantar Pizza Hut

Depois de mais um café-da-manhã delicioso no Truth Coffee, pegamos o carro em direção a Boulders Beach e o Cabo da Boa Esperança.

Tome cuidado ao passar pela Chapman’s Peak Drive e por Hout Bay, que apesar de ser uma das estradas mais lindas do mundo, oferece um certo perigo, já que essa parte da viagem é feita praticamente em mão única o tempo todo, e além de estar dirigindo na mão-inglesa, você divide a estrada com dezenas de bicicletas durante todo esse percurso. Fora isso, aproveite a vista. Entretanto, se não sentir confortável com a mão-inglesa, ou não estiver de carro, o ideia aqui é pegar uma excursão: Excursão de 1 Dia à Península do Cabo e Colônia de Pinguins.

Nossa primeira parada foi na famosa Boulders Beach, onde sem dúvida a maior atração é a colônia de Pinguins-africanos que ali se instalou a partir de 1982. Para quem gosta de animais e quem tem criança, Boulders Beach é uma atração imperdível. Se não for o caso, talvez queria escapar, já que não ocorre nenhuma interação com os pinguins e o ingresso não é tão barato.

Ao chegar você anda por um deck de madeira que te leva direto a praia, onde os turistas conseguem ver centenas de pinguins nadando, chocando e vivendo seu dia-a-dia. Já pelo caminho você consegue ver vários pinguins bem de pertinho e tirar ótimas fotos. Ao chegar no fim do deck, bem na praia, você precisa de um pouco de paciência para conseguir chegar nos melhores pontos do pier, pois é muito turista junto tirando fotos, apreciando a bela vista e observando os pinguins. De qualquer maneira, vale muito a pena.

Saímos de Boulders Beach e seguimos para o Cabo da Boa Esperança. Apesar de estar um dia bem ensolarado, no dia que fomos estava ventando tanto, mas tanto, que não deu muito para aproveitar o lugar, já que não queríamos o Enzo nesse vento; mesmo vestindo roupas de frio, o vento era tão forte que foi bem inviável ficar do lado de fora por muito tempo. Não chegamos a subir na montanha, o que é um ótimo motivo para voltar um dia.

Descemos do carro, andamos um pouco pelo local, pegamos a fila para tirar a famosa foto na placa e já fomos de volta para o carro. Uma pena não podermos aproveitar o local, pois subir na montanha parece um programa bem interessante.

De volta para a Cidade do Cabo, almoçamos em Simon’s Town, no restaurante Fran’s Place. Restaurante cheio de pessoas locais (ótima indicação), o restaurante é especializado em frutos do mar. Pedimos Fish and Chips (R105) e Shrimp and Chips (). Ambos deliciosos, bem simples mas muito bem feitos.

Na saída vimos uma lojinha de waffles, e como tava bem lotado e tudo parecia ótimo paramos para a sobremesa. O waffle com Nutella e morango estava delicioso.

No caminho de volta para a Cidade do Cabo, paramos bem rápido na praia de Muizenberg, famosa pelas casinhas coloridas. Pena que o tempo não estava bom em nossa estadia em Cidade do Cabo, mas a praia é bem bonita.

Voltamos para o apartamento e pedimos pizza, já que era nossa última noite em Cidade do Cabo e iriamos bem cedo no dia seguinte para Stellenbosch. Fomos embora com uma vontade imensa em voltar e com certeza voltaremos, talvez em épocas mais quentes, onde conseguiríamos aproveitar as praias.

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